quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Bom Dia Espírito Santo, O Que Vamos Fazer Juntos Hoje?
'A paz esteja nesta casa!'
Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!
Salmo 32
Evangelho do dia: (Lc 4,38-44)
Naquele tempo, 38Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. 39Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los.
40Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus. Jesus punha as mãos em cada um deles e os curava. 41De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: “Tu és o Filho de Deus”. Jesus os ameaçava, e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias.
42Ao raiar do dia, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo de as deixar. 43Mas Jesus disse: “Eu devo anunciar a Boa-Nova do Reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado”. 44E pregava nas sinagogas da Judeia.
Mensagem do dia:
"Só dê ouvidos a quem te ama. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito"
Padre Fábio de Melo
PEDIDO DE ORAÇÃO
AVISOS:
Quarta-feira - 19h – Terço em família nas casas
Quinta-feira - 7h - Santa Missa
Presidida por: Pe. Emanoel Vergne
19:30h – Noite de Louvor e Adoração.
Participação Especial: Aldemar Rios
Sexta-feira - 19:30h - Santa Missa
Presidente da celebração: Padre Emanoel Vergne
Sábado - 06:30h – Ofício de Nossa Senhora
08:30h – Catequese 1ª Eucaristia
Domingo - 10h - Santa Missa
Presidida por Pe. Agostinho
A paz de Jesus e o amor de Maria
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Conhecendo as Pastorais: PASTORAL DA ACOLHIDA
“Acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a glória do Pai” (Rom 15,7).
A Pastoral da Acolhida é um trabalho de acolhimento aos irmãos para que possam se sentir melhor nas missas e encontros. O objetivo da pastoral é preocupar-se em passar a imagem de comunidade bonita e acolhedora – o ideal e o que se espera de uma comunidade cristã. Essa imagem está muito ligada à qualidade de recepção. Ás pessoas que vêm à nossa Igreja devem voltar para casa mais felizes e agradecidas, com a sensação de que continuar participando faz bem.
A missão da Pastoral consiste em acolher
com amor e dedicação os participantes das missas dominicais. Esse
acolhimento é feito com um cumprimento e a entrega dos folhetos na porta
da Igreja, acomodação das pessoas com uma maior atenção aos idosos,
gestantes e portadores de deficiências. Prestação de socorro no caso de
mal-estar ou outro problema, entrega de panfletos de interesse da
paróquia, informações diversas e todas aquelas atenções necessárias para
o bem-estar dos fiéis e a ordem básica durante as funções litúrgicas.
Nosso maior objetivo é proporcionar, com
esse conjunto de atividades, um clima de maior entrosamento entre os
participantes da missa e maiores condições para uma celebração mais
confortável, alegre, séria e orante.
Os agentes da Pastoral da Acolhida são
responsáveis pela comunicação interpessoal na comunidade. Garantem no
dia-a-dia a Imagem da Igreja – Mãe acolhedora, e recebem em primeira mão
sentimentos e desejos do povo de Deus. Procura-se cumprir a orientação
bíblica: “Acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a
glória do Pai” (Rom 15,7). É um trabalho de acolhimento aos irmãos para
que possam se sentir melhores nas missas e encontros, estando à
disposição para cumprir com as necessidades da paróquia, promovendo a
evangelização pelo testemunho dos evangelizadores.
Mas, o que é Acolher? Parece uma
pergunta fácil, mas não é tão simples assim. Acolher alguém na Igreja
tem um sentido especial, o acolhimento cristão é carregado de uma
profundidade tamanha! Mas cremos que existem alguns segredos que devemos
descobrir como uma espécie de tesouro escondido na comunidade.
Acolher, dizendo de forma rápida, é
receber bem, e ir ao encontro de alguém. Isso já é uma essência
do
acolhimento. Receber bem aqueles que adentram à Igreja. O acolhimento é
um serviço evangélico que prestamos à comunidade e por isso deve ser
disciplinado com base na palavra de Deus, que motiva e anima os
acolhedores a desempenharem um bom trabalho de pastoral. A atitude de
acolhimento evangélico requer agudeza, sensibilidade e, acima de tudo
disponibilidade em atender de forma criativa as pessoas.
Acolher é um gesto. E esse gesto é
elevado à categoria de pastoral! Hoje em dia o povo vai onde se sente
bem e ali permanece. A comunidade deve estar aberta a essa nova
realidade, hoje não adianta mais somente fazer as coisas dentro da
Igreja, é preciso sair, “ser missionário(a)”. A equipe deve ser um grupo de pessoas ouvintes.
Quem fala são aqueles que entram e a equipe deve aprender a ouvi-los.
Saber ouvir é aprender a evangelizar. Esse é o nosso trabalho de
pastoral, é isso que tentamos por em prática!
Se as normas, leis ou obrigações
fizessem o bom acolhedor seria muito fácil formar uma “Equipe de
Acolhedores”, mas não é somente seguindo as normas que iremos acolher,
poderemos receber bem, mas nunca acolher. Há grande diferença entre receber e acolher!
O ato de Acolher exige Doação, Respeito e Amor (Amar o próximo como a
si mesmo). Mas se formos conduzidos somente pelo amor, a possibilidade
de termos problemas serão muito grande, pois teremos o amor individual e
não o amor coletivo. Para termos o amor coletivo, temos de ter respeito
e compromisso a doação.
Vigília dos Jovens Adoradores dará início aos preparativos para JMJ 2016
Ansiedade e alegria. São com sentimentos como esses que milhares de jovens da Arquidiocese de Salvador aguardam a primeira edição, deste ano, da Vigília dos Jovens Adoradores, que acontecerá no dia 13 de setembro, na Catedral Basílica (Terreiro de Jesus), a partir das 22h. A iniciativa faz parte da preparação para a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que será realizada em 2016, na Cracóvia (Polônia).
Como em outras edições – realizadas para a preparação da JMJ no Brasil -, a vigília terá início com uma missa, que será presidida pelo bispo auxiliar Dom Gilson Andrade da Silva. Além dos momentos de oração, o evento é marcado por louvor, animação, partilha e pregação. Na ocasião, estarão presentes os padres Celson Altenhofen, Sérgio Ricardo, Josuel Jesus, Valter Ruy e Lázaro Muniz.
De acordo com o secretário para os assuntos da JMJ em Salvador, Márcio Matos, a vigília é uma das ações que serão desenvolvidas como forma de motivação para a juventude soteropolitana. “Ela é um presente de Deus para a nossa Arquidiocese. Teremos a graça de reunir, mais uma vez, a juventude de Salvador em um momento de adoração. É muito importante a participação de todos os jovens. A vigília tem um grande poder de integração, proporcionando momentos de cura e perdão e fortalecendo laços de verdadeiras amizades”, afirma.
O evento também é muito importante para fortalecer a fé e amadurecer a espiritualidade da juventude. “A vigília foi um marco e continuará sendo na vida do jovem cristão católico da cidade de Salvador e também da Região Metropolitana. Muitos jovens começaram a participar mais da vida da Igreja a partir da Vigília dos Jovens Adoradores. Eu conheço vários testemunhos de pessoas que atualmente fazem parte da Igreja ou voltaram para ela a partir desse encontro. Ela é como uma rede de pesca, que vai atrás dos peixes e consegue conquistar muitos. Alguns saem, pulam fora da rede, mas outros, graças a Deus, permanecem”, afirma o jovem da paróquia Senhor da Paz, Djalma Júnior
Momento de adoração – Realizada pela primeira vez no ano de 2012, a Vigília dos Jovens Adoradores surgiu com o objetivo de preparar os jovens para a Jornada Mundial da Juventude, que aconteceu no Rio de Janeiro entre os dias 23 e 27 de julho de 2013. “A Vigília deixou uma forte marca durante a preparação para a JMJ Rio com participação de até 1.200 jovens, foram momentos intensos de um encontro pessoal com o Bom Jesus. Momentos onde os jovens fizeram novas amizades e partilharam suas vidas e suas dificuldades”, recorda Márcio Matos.
Como em outras edições – realizadas para a preparação da JMJ no Brasil -, a vigília terá início com uma missa, que será presidida pelo bispo auxiliar Dom Gilson Andrade da Silva. Além dos momentos de oração, o evento é marcado por louvor, animação, partilha e pregação. Na ocasião, estarão presentes os padres Celson Altenhofen, Sérgio Ricardo, Josuel Jesus, Valter Ruy e Lázaro Muniz.
De acordo com o secretário para os assuntos da JMJ em Salvador, Márcio Matos, a vigília é uma das ações que serão desenvolvidas como forma de motivação para a juventude soteropolitana. “Ela é um presente de Deus para a nossa Arquidiocese. Teremos a graça de reunir, mais uma vez, a juventude de Salvador em um momento de adoração. É muito importante a participação de todos os jovens. A vigília tem um grande poder de integração, proporcionando momentos de cura e perdão e fortalecendo laços de verdadeiras amizades”, afirma.
O evento também é muito importante para fortalecer a fé e amadurecer a espiritualidade da juventude. “A vigília foi um marco e continuará sendo na vida do jovem cristão católico da cidade de Salvador e também da Região Metropolitana. Muitos jovens começaram a participar mais da vida da Igreja a partir da Vigília dos Jovens Adoradores. Eu conheço vários testemunhos de pessoas que atualmente fazem parte da Igreja ou voltaram para ela a partir desse encontro. Ela é como uma rede de pesca, que vai atrás dos peixes e consegue conquistar muitos. Alguns saem, pulam fora da rede, mas outros, graças a Deus, permanecem”, afirma o jovem da paróquia Senhor da Paz, Djalma Júnior
Momento de adoração – Realizada pela primeira vez no ano de 2012, a Vigília dos Jovens Adoradores surgiu com o objetivo de preparar os jovens para a Jornada Mundial da Juventude, que aconteceu no Rio de Janeiro entre os dias 23 e 27 de julho de 2013. “A Vigília deixou uma forte marca durante a preparação para a JMJ Rio com participação de até 1.200 jovens, foram momentos intensos de um encontro pessoal com o Bom Jesus. Momentos onde os jovens fizeram novas amizades e partilharam suas vidas e suas dificuldades”, recorda Márcio Matos.
Fonte: Arquidiocese de Salvador
Bom Dia Espírito Santo, O Que Vamos Fazer Juntos Hoje?
'A paz esteja nesta casa!'
É justo o Senhor em seus caminhos.
Salmo 144
Evangelho do dia: (Lc 4,31-37)
Naquele tempo, 31Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e aí ensinava-os aos sábados. 32As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus falava com autoridade. 33Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: 34“Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!”
35Jesus o ameaçou, dizendo: “Cala-te, e sai dele!” Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. 36O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: “Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem”. 37E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza.
Mensagem do dia:
"Recoheço que Deus nunca permitirá mais do que possamos suportar."
Santa Faustina
PEDIDO DE ORAÇÃO
AVISOS:
Terça-feira - 19:30h - 19:30h -Celebração da Palavra
É justo o Senhor em seus caminhos.
Salmo 144
Evangelho do dia: (Lc 4,31-37)
Naquele tempo, 31Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e aí ensinava-os aos sábados. 32As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus falava com autoridade. 33Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: 34“Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!”
35Jesus o ameaçou, dizendo: “Cala-te, e sai dele!” Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. 36O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: “Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem”. 37E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza.
Mensagem do dia:
"Recoheço que Deus nunca permitirá mais do que possamos suportar."
Santa Faustina
PEDIDO DE ORAÇÃO
AVISOS:
Terça-feira - 19:30h - 19:30h -Celebração da Palavra
Quarta-feira - 19h – Terço em família nas casas
Quinta-feira - 7h - Santa Missa
Presidida por: Pe. Emanoel Vergne
19:30h – Noite de Louvor e Adoração.
Participação Especial: Aldemar Rios
Sexta-feira - 19:30h - Santa Missa
Presidente da celebração: Padre Emanoel Vergne
Sábado - 06:30h – Ofício de Nossa Senhora
08:30h – Catequese 1ª Eucaristia
Domingo - 10h - Santa Missa
Presidida por Pe, Agostinho
A paz de Jesus e o amor de Maria
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Por que o casamento católico é para sempre? Há exceções?
1. Por que o matrimônio é indissolúvel?
Para a Igreja, é claro que Deus, ao fazer o casal com a possibilidade de entregar-se e chegar a ser uma só carne, quis desde sempre que a união matrimonial fosse permanente. Este é igualmente o desejo daqueles que se amam e se unem em casamento, pois ninguém quer que sua união fracasse ou se rompa.
Por isso, Cristo, salvador do mal, deu aos esposos a oportunidade de amar-se com um amor cristão, ou seja, de fazer do seu vínculo uma aliança inquebrantável, pois se baseia no compromisso de amar-se como Jesus ama e no apoio da graça divina, que sempre sustenta os que desejam viver do seu amor.
Por isso, convertido por Cristo em sacramento, o matrimônio estabelece uma união garantida pelo próprio Deus e cuja santidade e força não pode ser rompida por nenhuma pessoa (Mt 19, 3-6). São Paulo reforça este ensinamento recordando que é vontade do próprio Jesus que os esposos permaneçam unidos (1 Cor 7, 10-11 e Ef 5, 23-33).
Em coerência com a Palavra de Deus, a Igreja não reconhece o divórcio civil, pois o Estado não pode dissolver o que é indissolúvel, e convida a analisar toda dor e dano que as rupturas matrimoniais causam ao casal e aos filhos (sugestão de leitura: Catecismo da Igreja Católica, 2382-2386).
A única forma de um vínculo matrimonial se dissolver pela Igreja é provando, mediante um processo de nulidade diante de um tribunal eclesiástico, que tal vínculo foi nulo, ou seja, que, por diversas razões, nunca foi um verdadeiro matrimônio.
2. Qual é a diferença entre o divórcio civil e a separação de corpos na Igreja?
A separação existe na Igreja para situações extremas, quando se demonstra que a convivência é impossível e que causa um dano sério para alguns dos cônjuges ou dos filhos. Por isso, esta "separação de corpos" não é divórcio, pois o vínculo estabelecido pelo sacramento continua existindo e os cônjuges não podem voltar a se casar (cf. Código de Direito Canônico, 1155).
3. Quais são as causas aceitas pela Igreja para que um casal se separe?
O Direito Canônico vigente, no número 1153, diz: "Se um dos cônjuges é causa de grave perigo para a alma ou para o corpo do outro cônjuge ou dos filhos ou, de outra forma, torna muito difícil a convivência, está oferecendo ao outro causa legítima de separação".
O perigo espiritual se refere a quando um dos cônjuges abandona a fé católica para se unir a uma seita e obriga o outro ou os filhos a fazer o mesmo, ou não permite que seu cônjuge pratique sua fé, ou o obriga a cometer algum ato imoral.
O perigo físico consiste na violência (física ou mental) no trato com o outro cônjuge ou com os filhos, seja por doença mental ou vícios.
O adultério sistemático também atenta contra o dever à fidelidade e poderia ser, em caso muito extremo, motivo legítimo de uma separação (Direito Canônico, 1152).
4. Quais são os efeitos civis da separação do casal católico?
Os separados têm o vínculo matrimonial vigente. Por isso, não podem voltar a se casar pela Igreja. Nos países onde o casamentocatólico tem validez civil, os separados tampouco podem contrair casamento civil, a não ser que se dissolvam as obrigações legais do vínculo sacramental anteriormente adquirido (divórcio).
Entre os separados, não é exigível o débito conjugal. Entre eles, cessam igualmente os demais direitos e obrigações próprios da convivência, exceto as obrigações relativas aos filhos e à devida assistência à esposa.
A sociedade conjugal pode se dissolver quando isso é pedido adicionalmente ao juiz. Finalmente, os separados podem se unir novamente, suspendendo a separação.
5. Um católico pode pedir o divórcio civil?
Em países onde legalmente não se reconhece a figura da separação de corpos, mas apenas o divórcio, o católico pode recorrer a esta figura para conseguir os efeitos que lhe proporciona a separação de corpos; mas deve evitar o escândalo, ou que alguém se confunda em sua fé.
6. Um divorciado pode receber a Eucaristia?
Sim. Os separados e divorciados que praticam sua fé e não voltaram a se casar, ou que tenham dissolvido seu vínculo matrimonial anterior por meio da nulidade podem comungar.
E aqueles que permanecem em uma união irregular (divorciados que voltaram a se casar ou vivem em união livre), que, por diversas razões, não podem converter tal relação em um legítimo matrimônio sacramental, são acolhidos maternalmente pela Igreja em suas celebrações, motivados a alimentar sua relação com o Senhor mediante a oração, a comunhão espiritual e a meditação da Palavra; e são desafiados a participar plenamente da Eucaristia quando se comprometem a viver em abstinência das relações sexuais. Para aprofundar neste tema, clique aqui.
7. Uma pessoa divorciada pode voltar a se casar?
Enquanto seu ex-cônjuge viver, um divorciado só pode voltar a se casar se seu vínculo prévio for dissolvido por meio da nulidade eclesiástica.
De maneira similar, se seu cônjuge teve um casamento anterior e não recebeu um decreto de invalidez de um tribunal eclesiástico (nulidade), a pessoa não pode participar dos sacramentos.
8. Um divorciado não católico pode se casar pela Igreja com uma pessoa católica?
A Igreja Católica respeita todos os vínculos matrimoniais de outras religiões, e inclusive entre pessoas não crentes, e presume que eles são válidos. Por isso, antes de um casamentocatólico, é preciso dissolver este vínculo prévio diante de um tribunal eclesiástico.
Este conceito pode ser difícil de entender para alguém que provém de uma fé que aceita o divórcio e a possibilidade de voltar a se casar. Algumas pessoas nesta situação receberam assessoria de um sacerdote ou diácono para entender melhor as razões e para ser orientadas sobre o procedimento a seguir. Solicitar a anulação do vínculo anterior pode ser um belo gesto de amor pelo seu futuro cônjuge.
9. Que apoio espiritual a Igreja oferece aos separados e divorciados?
A Igreja entende o sofrimento dos que vivem esta situação. E quando a separação ou o divórcio foram a única possível saída, a Igreja lhes oferece seu apoio e os convida a permanecer perto do Senhor, nutrindo-se dos sacramentos. Em algumas dioceses, existem também grupos de apoio para divorciados, separados e viúvos.
Para a Igreja, é claro que Deus, ao fazer o casal com a possibilidade de entregar-se e chegar a ser uma só carne, quis desde sempre que a união matrimonial fosse permanente. Este é igualmente o desejo daqueles que se amam e se unem em casamento, pois ninguém quer que sua união fracasse ou se rompa.
Por isso, Cristo, salvador do mal, deu aos esposos a oportunidade de amar-se com um amor cristão, ou seja, de fazer do seu vínculo uma aliança inquebrantável, pois se baseia no compromisso de amar-se como Jesus ama e no apoio da graça divina, que sempre sustenta os que desejam viver do seu amor.
Por isso, convertido por Cristo em sacramento, o matrimônio estabelece uma união garantida pelo próprio Deus e cuja santidade e força não pode ser rompida por nenhuma pessoa (Mt 19, 3-6). São Paulo reforça este ensinamento recordando que é vontade do próprio Jesus que os esposos permaneçam unidos (1 Cor 7, 10-11 e Ef 5, 23-33).
Em coerência com a Palavra de Deus, a Igreja não reconhece o divórcio civil, pois o Estado não pode dissolver o que é indissolúvel, e convida a analisar toda dor e dano que as rupturas matrimoniais causam ao casal e aos filhos (sugestão de leitura: Catecismo da Igreja Católica, 2382-2386).
A única forma de um vínculo matrimonial se dissolver pela Igreja é provando, mediante um processo de nulidade diante de um tribunal eclesiástico, que tal vínculo foi nulo, ou seja, que, por diversas razões, nunca foi um verdadeiro matrimônio.
2. Qual é a diferença entre o divórcio civil e a separação de corpos na Igreja?
A separação existe na Igreja para situações extremas, quando se demonstra que a convivência é impossível e que causa um dano sério para alguns dos cônjuges ou dos filhos. Por isso, esta "separação de corpos" não é divórcio, pois o vínculo estabelecido pelo sacramento continua existindo e os cônjuges não podem voltar a se casar (cf. Código de Direito Canônico, 1155).
3. Quais são as causas aceitas pela Igreja para que um casal se separe?
O Direito Canônico vigente, no número 1153, diz: "Se um dos cônjuges é causa de grave perigo para a alma ou para o corpo do outro cônjuge ou dos filhos ou, de outra forma, torna muito difícil a convivência, está oferecendo ao outro causa legítima de separação".
O perigo espiritual se refere a quando um dos cônjuges abandona a fé católica para se unir a uma seita e obriga o outro ou os filhos a fazer o mesmo, ou não permite que seu cônjuge pratique sua fé, ou o obriga a cometer algum ato imoral.
O perigo físico consiste na violência (física ou mental) no trato com o outro cônjuge ou com os filhos, seja por doença mental ou vícios.
O adultério sistemático também atenta contra o dever à fidelidade e poderia ser, em caso muito extremo, motivo legítimo de uma separação (Direito Canônico, 1152).
4. Quais são os efeitos civis da separação do casal católico?
Os separados têm o vínculo matrimonial vigente. Por isso, não podem voltar a se casar pela Igreja. Nos países onde o casamentocatólico tem validez civil, os separados tampouco podem contrair casamento civil, a não ser que se dissolvam as obrigações legais do vínculo sacramental anteriormente adquirido (divórcio).
Entre os separados, não é exigível o débito conjugal. Entre eles, cessam igualmente os demais direitos e obrigações próprios da convivência, exceto as obrigações relativas aos filhos e à devida assistência à esposa.
A sociedade conjugal pode se dissolver quando isso é pedido adicionalmente ao juiz. Finalmente, os separados podem se unir novamente, suspendendo a separação.
5. Um católico pode pedir o divórcio civil?
Em países onde legalmente não se reconhece a figura da separação de corpos, mas apenas o divórcio, o católico pode recorrer a esta figura para conseguir os efeitos que lhe proporciona a separação de corpos; mas deve evitar o escândalo, ou que alguém se confunda em sua fé.
6. Um divorciado pode receber a Eucaristia?
Sim. Os separados e divorciados que praticam sua fé e não voltaram a se casar, ou que tenham dissolvido seu vínculo matrimonial anterior por meio da nulidade podem comungar.
E aqueles que permanecem em uma união irregular (divorciados que voltaram a se casar ou vivem em união livre), que, por diversas razões, não podem converter tal relação em um legítimo matrimônio sacramental, são acolhidos maternalmente pela Igreja em suas celebrações, motivados a alimentar sua relação com o Senhor mediante a oração, a comunhão espiritual e a meditação da Palavra; e são desafiados a participar plenamente da Eucaristia quando se comprometem a viver em abstinência das relações sexuais. Para aprofundar neste tema, clique aqui.
7. Uma pessoa divorciada pode voltar a se casar?
Enquanto seu ex-cônjuge viver, um divorciado só pode voltar a se casar se seu vínculo prévio for dissolvido por meio da nulidade eclesiástica.
De maneira similar, se seu cônjuge teve um casamento anterior e não recebeu um decreto de invalidez de um tribunal eclesiástico (nulidade), a pessoa não pode participar dos sacramentos.
8. Um divorciado não católico pode se casar pela Igreja com uma pessoa católica?
A Igreja Católica respeita todos os vínculos matrimoniais de outras religiões, e inclusive entre pessoas não crentes, e presume que eles são válidos. Por isso, antes de um casamentocatólico, é preciso dissolver este vínculo prévio diante de um tribunal eclesiástico.
Este conceito pode ser difícil de entender para alguém que provém de uma fé que aceita o divórcio e a possibilidade de voltar a se casar. Algumas pessoas nesta situação receberam assessoria de um sacerdote ou diácono para entender melhor as razões e para ser orientadas sobre o procedimento a seguir. Solicitar a anulação do vínculo anterior pode ser um belo gesto de amor pelo seu futuro cônjuge.
9. Que apoio espiritual a Igreja oferece aos separados e divorciados?
A Igreja entende o sofrimento dos que vivem esta situação. E quando a separação ou o divórcio foram a única possível saída, a Igreja lhes oferece seu apoio e os convida a permanecer perto do Senhor, nutrindo-se dos sacramentos. Em algumas dioceses, existem também grupos de apoio para divorciados, separados e viúvos.
Fonte: Aleteia
Papa Francisco pede: que o cristão não se dilua
"Nós cristãos vivemos no mundo, plenamente inseridos na realidade social e cultural do nosso tempo, e é justo que assim seja"
O cristão está chamado a viver bem inserido no mundo, mas sem ser “mundano”. O risco é que o sal perca o seu sabor, que percamos a carga de novidade que nos vem do Senhor e do Espírito Santo. Foi o que recordou o Papa Francisco neste domingo ao meio-dia, na Praça de São Pedro, comentando o Evangelho da liturgia dominical, em que Jesus repreende severamente o Apóstolo por ele “pensar segundo os homens, não segundo Deus” e, portanto, sem dar por ela, estar da parte de satanás, o Tentador.
Também São Paulo, na segunda leitura, exorta os cristãos de Roma a “não se conformarem com este mundo, mas a deixarem-se transformar, renovando o seu modo de pensar, para poderem discernir a vontade de Deus”.
De fato, nós cristãos vivemos no mundo, plenamente inseridos na realidade social e cultural do nosso tempo, e é justo que assim seja; mas isto comporta o risco de nos tornarmos mundanos, o risco de que “o sal perca o seu sabor”… que o cristão se dilua, perca a carga de novidade que lhe vem do Senhor e do Espírito Santo.
Ora deveria ser o contrário – prosseguiu o Papa, observando que “quando nos cristãos permanece viva a força do Evangelho, essa pode transformar (como dizia Paulo VI) “os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras, os modelos de vida” (Evangelii nuntiandi).
Portanto é necessário renovarmo-nos continuamente, alimentando-nos da linfa do Evangelho.
Mas como conseguir isso, na prática? – interrogou-se o Papa, sugerindo, antes de mais, a leitura e a meditação quotidiana do Evangelho, de tal modo que a palavra de Jesus esteja sempre presente na nossa vida…
E também a participação na Missa dominical, para uma pessoa se encontrar com o Senhor na comunidade, escutando a sua Palavra e recebendo a Eucaristia que nos une a Ele e entre nós. Muito importantes também – lembrou Francisco – dias de retiro e os exercícios espirituais…
Evangelho, Eucaristia, oração: é graças a estes dons do Senhor que nos podemos conformar, não ao mundo, mas a Cristo, seguindo-o no seu caminho, a via doperder a própria vida para a encontrar. Perdê-la no sentido de doá-la, oferecê-la por amor e no amor…
Doar assim a vida – concluiu o Papa – comporta o sacrifício, a cruz, para a receber novamente - purificada, libertada do egoísmo e da hipoteca da morte, plena de eternidade.
Fonte: Aleteia
Também São Paulo, na segunda leitura, exorta os cristãos de Roma a “não se conformarem com este mundo, mas a deixarem-se transformar, renovando o seu modo de pensar, para poderem discernir a vontade de Deus”.
De fato, nós cristãos vivemos no mundo, plenamente inseridos na realidade social e cultural do nosso tempo, e é justo que assim seja; mas isto comporta o risco de nos tornarmos mundanos, o risco de que “o sal perca o seu sabor”… que o cristão se dilua, perca a carga de novidade que lhe vem do Senhor e do Espírito Santo.
Ora deveria ser o contrário – prosseguiu o Papa, observando que “quando nos cristãos permanece viva a força do Evangelho, essa pode transformar (como dizia Paulo VI) “os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras, os modelos de vida” (Evangelii nuntiandi).
Portanto é necessário renovarmo-nos continuamente, alimentando-nos da linfa do Evangelho.
Mas como conseguir isso, na prática? – interrogou-se o Papa, sugerindo, antes de mais, a leitura e a meditação quotidiana do Evangelho, de tal modo que a palavra de Jesus esteja sempre presente na nossa vida…
E também a participação na Missa dominical, para uma pessoa se encontrar com o Senhor na comunidade, escutando a sua Palavra e recebendo a Eucaristia que nos une a Ele e entre nós. Muito importantes também – lembrou Francisco – dias de retiro e os exercícios espirituais…
Evangelho, Eucaristia, oração: é graças a estes dons do Senhor que nos podemos conformar, não ao mundo, mas a Cristo, seguindo-o no seu caminho, a via doperder a própria vida para a encontrar. Perdê-la no sentido de doá-la, oferecê-la por amor e no amor…
Doar assim a vida – concluiu o Papa – comporta o sacrifício, a cruz, para a receber novamente - purificada, libertada do egoísmo e da hipoteca da morte, plena de eternidade.
Fonte: Aleteia
Bom Dia Espírito Santo, O Que Vamos Fazer Juntos Hoje?
'A paz esteja nesta casa!'
Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei!
Salmo 118
Evangelho do dia: (Lc 4,16-30)
Naquele tempo, 16veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19e para proclamar um ano da graça do Senhor”.
20Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. 22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”
23Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”. 24E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.
27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”. 28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até o alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
Mensagem do dia:
"Uma água turva e agitada não espelha a face de quem sobre ela se debruça. Se queres que a face de Cristo, que te protege, se espelhe em ti, sai do tumulto das coisas exteriores, seja tranquila a tua alma."
Santo Antônio
PEDIDO DE ORAÇÃO
AVISOS:
Segunda-feira - 15h – Legião de Maria.
19h – AA
20h – Preparação pais e padrinhos para o batismo
Terça-feira - 19:30h - 19:30h -Celebração da Palavra
Quarta-feira - 19h – Terço em família nas casas
Quinta-feira - 7h - Santa Missa
Presidida por: Pe. Emanoel Vergne
19:30h – Noite de Louvor e Adoração.
Participação Especial: Aldemar Rios
Sexta-feira - 19:30h - Santa Missa
Presidente da celebração: Padre Emanoel Vergne
Sábado - 06:30h – Ofício de Nossa Senhora
08:30h – Catequese 1ª Eucaristia
Domingo - 10h - Santa Missa
Presidida por Pe, Agostinho
A paz de Jesus e o amor de Maria
Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei!
Salmo 118
Evangelho do dia: (Lc 4,16-30)
Naquele tempo, 16veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19e para proclamar um ano da graça do Senhor”.
20Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. 22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”
23Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”. 24E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.
27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”. 28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até o alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
Mensagem do dia:
"Uma água turva e agitada não espelha a face de quem sobre ela se debruça. Se queres que a face de Cristo, que te protege, se espelhe em ti, sai do tumulto das coisas exteriores, seja tranquila a tua alma."
Santo Antônio
PEDIDO DE ORAÇÃO
AVISOS:
Segunda-feira - 15h – Legião de Maria.
19h – AA
20h – Preparação pais e padrinhos para o batismo
Terça-feira - 19:30h - 19:30h -Celebração da Palavra
Quarta-feira - 19h – Terço em família nas casas
Quinta-feira - 7h - Santa Missa
Presidida por: Pe. Emanoel Vergne
19:30h – Noite de Louvor e Adoração.
Participação Especial: Aldemar Rios
Sexta-feira - 19:30h - Santa Missa
Presidente da celebração: Padre Emanoel Vergne
Sábado - 06:30h – Ofício de Nossa Senhora
08:30h – Catequese 1ª Eucaristia
Domingo - 10h - Santa Missa
Presidida por Pe, Agostinho
A paz de Jesus e o amor de Maria
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